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19/08/2009

JB ON LINE - SOBRE AS EQUIPES DISPENSADAS

Não interessam medalhinhas
Procurado pelo JB, José Pinto Monteiro, vice-presidente de esportes olímpicos e de responsabilidade social do Vasco, rebateu as queixas dos atletas dispensados.
Por que o Vasco acabou com as equipes de judô, caratê, taekwondo e handebol?
– O Vasco não acabou com esses esportes. O que estamos fazendo é profissionalizar as modalidades. Fizemos um levantamento criterioso dos últimos 12 meses, levando em consideração o número de competições de que participavam, o número de federados, o número de escolinhas e alguns deles não mostraram nenhum tipo de organização.
Eles foram chamados para apresentar um projeto de formação de atletas e não responderam a essa reorganização. Por isso optamos por suspender os esportes.
Alguns atletas reclamam que foram dispensados por e-mail .
Isso é verdade? – Não é. Nenhum deles foi dispensado do clube por e-mail ou telefonema. Estou à disposição para fazer uma acareação, se for o caso. Eu conversei com eles, dei oportunidades para eles dentro de uma semana rever isso. O que eu não aceitei, e disse isso a eles, é esta história do jeitinho brasileiro: a gente vai ver, a gente vai tentar arrumar. Eles tiveram um ano e não apresentaram nenhuma proposta.
Os atletas tinham algum custo para o clube?
– Se você considerar o custo direto de salário, era zero o custo. Agora, se considerar que você tem que acender a luz, usar água e ceder o espaço que eles usavam, isso tem um custo.
Assim como ter o ginásio preparado para ser usado por duas ou três pessoas que iam lá só para competir. Isso é um custo considerável. Temos que calcular o custo nesta amplitude.

Muitos eram medalhistas do Pan e haviam conquistado mundiais com a camisa do clube. Isso não contou?
– Nós não estamos preocupados em ganhar medalhas aqui e acolá e ter uma pessoa que aparece no dia da competição e coloca a camisa do Vasco para disputar um torneio. Nós queremos ter pessoas que estejam preocupadas com o esporte e não em usar a marca Vasco da Gama só para se promover. Em sua história, o Vasco tem uma trajetória importante de responsabilidade social. Lutamos contra o racismo e contra a exclusão social. Não interessa para o Vasco ficar disputando medalhinhas e ficar segurando medalhinhas no pescoço.
O que interessa é ter boas escolinhas desenvolvendo um papel social e ajudando na educação.
Quais são os seus projetos após a suspensão destes esportes?
– Já estão transitando no Ministério do Esporte alguns projetos dentro da lei do esporte para captação de recursos para os olímpicos. Temos um projeto de R$ 4,7 milhões para o remo, outro de R$ 4,2 milhões para reformar a piscina de São Januário, onde iremos fazer uma escolinha de natação para 800 crianças. Queremos fazer uma revolução na área de atletismo com as comunidades do Caju até Vigário Geral e com todo este entorno ao redor do Vasco com as comunidades de baixa renda. Faremos uma massificação do atletismo.
Temos também um projeto de R$ 2,1 milhões para as lutas olímpicas, com escolinhas de caratê, judô, luta grego-romana, lutas que são competitivas e olímpicas.
Domingo, 16 de Agosto de 2009
Os atletas de taekwondo ficam tristes quando o senhor José faz pouco caso, dizendo que as medalhas não valem nada. As medalhas dos atletas valem muito, tanto pelo significado do esporte quanto pela superação para conseguir, ainda mais uma medalha Panamerica ou Mundial, pois o atleta, para conseguir colocar uma medalha no pescoço teve que no mínimo sair na "PORRADA" 04 vezes no mínimo, com o pé ou os dedos da mão quebrados. Isso infelizmente abala um atleta CRUZ MALTINO ou qualquer outla atleta que praica esporte de contato com as lutas.

3 comentários:

Anônimo disse...

Faltou, no mínimo, bom censo a este dirigente, isto para não falar outras coisas.

1 - Se ele quer um Projeto Social é simples: É só dar a grana que o pessoal do Taekwondo faz um projeto muito bom. Agora querer um Projeto Social com o nome do Vasco sem investir dinheiro aí é brincadeira é cumprimentar com o chapéu dos outros , né não !!??

2 - Os treinos no Vasco eram de dia, então não tinha luz acessa como ele falou, a água era de um bebedouro distante, velho e enferrujado, onde os atletas tinham que sair do treino e encher garrafas. E tinha dia que nem água tinha.O clube só cedia o espaço mesmo e olhe lá !!!

Anônimo disse...

ALIAIS, acho que seria legal a todos os atletas que treinaram por lá postassem seus comentários, mesmo que anonimamente...

Anônimo disse...

POR FAVOR, alguém avise a este SR. PINTO que carate não é esporte olimpico como ele afirma !!!